sexta-feira, 22 de julho de 2011

E-Apostilas

PREPARE-SE PARA CONCURSOS PÚBLICOS DE CARREIRA AMBIENTAL (PROFISSIONAL DE MEIO AMBIENTE JUNIOR - TRANSPETRO).
NÓS TEMOS OS CONTEÚDOS NAS APOSTILAS SEGUINTES:


Informações completas, claras e objetivas dos seguintes temas:































Para adquirir a sua basta consultar no site: http://consultamb.blogspot.com.br/





Os valores variam de R$7,00 a R$15,00 , sendo enviados em Acrobat(.pdf)































segunda-feira, 20 de junho de 2011

Sacolinhas

Houve um certo alvoroço na mídia com a promulgação da Lei n°15.374 de 18/05/2011, que dispõe sobre a proibição da distribuição gratuita ou venda de sacolas plásticas a consumidores em todos os estabelecimentos comerciais do Município de São Paulo, com reflexos em futuras leis para todo o Estado.
A proibição do uso de sacolas plásticas no comércio já existe em outras cidades como no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte.
Esta Lei surge como salvaguarda contra o alvo do momento, as sacolinhas plásticas de supermecado, como se fossem as grandes vilãs da poluição ambiental. Fato é que tal medida é meramente paliativa e não combate de fato a poluição por resíduos sólidos. O que dizer das garrafas PET que são o tipo de resíduo mais encontrado poluindo os rios e obstruindo as redes de esgoto? O que fazer com o óleo de cozinha e embalagens recicláveis que não tem destinação adequada, principalmente por falta de programas de apoio à reciclagem?
Proibir o uso de sacolas plásticas não vai afetar de forma significativa a questão da gestão de resíduos sólidos, nem em São Paulo ou qualquer outro lugar. Não é questão de ser a favor ou contra as sacolinhas, a questão é mais ampla.
Mas no Brasil ainda prevalecem o pensamento pontual e as medidas desarticuladas. É necessário pensar na gestão integrada de todos os tipos de resíduos, que acima de tudo podem ser produtos, capazes de gerar recursos e renda. Além da educação da população para o descarte adequado, é preciso encarar os recicláveis como materiais dotados de valor econômico e energéticos, passíveis de reintrodução na cadeia produtiva. E não adianta pensar só nas cooperativas de reciclagem ou nos catadores, mas também nas pequenas e médias empresas que reprocessam esses materiais, permitindo que a "reciclagem" de fato ocorra. Se não for pensado desta forma, podem surgir muitas e muitas leis, mas a situação continuará a mesma.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

E-APOSTILAS

A temática ambiental está cada vez mais presente no nosso dia-a-dia, no trabalho, na mídia.
Hoje em dia, falar de meio ambiente é questão de cidadania, e também, de atualização profissional oportunidade de crescimento. Mas é necessário manter-se informado.
Para se atualizar nunca foi tão prático. O material da E- Apostilas são autoexplicativos, com linguagem direta e objetiva, para leigos e profissionais.
Estão disponíveis os seguintes temas em meio ambiente - gestão ambiental:
- Ecoeficiência & Ecologia Industrial: Mostra que não se pode continuar realizando avaliações fragmentadas de impactos ambientais causados pela produção industrial. As oportunidades de redução da geração de rejeitos e do consumo de matérias primas e energia devem ser analisadas de forma sistêmica, visando interligar o destino de materiais e de sua transformação em produto por meio de vários processos. Os conceitos e ferramentas aplicados serão discutidos neste material
- Introdução ao Geoprocessamento: Geoprocessamento compreende as atividades de aquisição, tratamento e análise de dados sobre a Terra.Envolve desde um conjunto de tecnologias para a coleta de imagens da superfície do planeta, conhecido como Sensoriamento Remoto, até o processamento e análise desses dados, em forma de mapas digitais, usando os Sistemas de Informação Geográficos, um ambiente computacional orientado à análise e interpretação de fenômenos relacionados à Terra. De caráter transdisciplinar, esse poderoso conjunto instrumental se aplica a diversos campos profissionais, tornando-se imprescindível para projetos que lidam com questões voltadas à organização, planejamento e gestão do espaço geográfico ou que envolvam análises espaciais em seus estudos.
- Gerenciamento de Resíduos Sólidos: Envolve normas, caracterização, tratamento e destinação dos resíduos sólidos urbanos e industriais. Apresenta estudo de casos aplicados e trata do lixo tecnológico também.
- Sistema de Gestão Ambiental(SGA): Aborda a norma NBR ISO 14.001 contém os requisitos para a implantação de SGA em uma empresa, podendo ser aplicada a qualquer atividade econômica, fabril ou prestadora de serviços. É baseada na NBR ISO 14040, que produtos recebem a avaliação da conformidade conhecida como selo verde atestando que o produto não causa impactos negativos no meio-ambiente.
- Poluição da Água: Aborda os tipos de poluição; Legislação pertinente e enquadramento; Padrões de Qualidade; Métodos de Tratamento e Tratamentos especiais.
- Poluição do Ar: Apresenta as fontes de poluição atmosférica; as formas de poluição; os efeitos da poluição do ar; padrões de qualidade; métodos de tratamento e controle; legislação aplicada.
As apostilas serão enviadas on-line, para o e-mail desejado, de forma que você possa estudar pelo seu próprio computador ou imprimir.
Basta consultar no site: http://consultamb.blogspot.com.br/

O pagamento é feito pelo PagSeguro, sistema confiável e rápido.



domingo, 6 de setembro de 2009

O Problema do lixo tecnológico e a Reciclagem de Disquetes

É natural que com o avanço da tecnologia surjam novas mídias, afinal, já passamos pelo disco, fita, Cds, e daqui a pouco até os pen-drives se tornarão obsoletos. Mas alguém aí lembra dos disquetes? Imaginem quantos deles já foram descartados, mesmo porque, os atuais computadores nem sequer têm mais drive para disquetes. Então o que fazer com os vários disquetes obsoletos? Ainda não existe uma legislação específica para descarte de lixo tecnológico, que deveria incluir responsabilidades para produtores e consumidores quanto ao descarte correto.
Fato é que, sem saber o que fazer com os disquetes, por exemplo, já vi pessoas indicarem a confeccção de artesanatos como uma saída "sustentável" e ecológica: fazer agenda com disquete, e até uma bolsa! Imaginem uma bolsa feita de disquetes, o que peso que deve ser? Fora o look...
Muitos se esquecem que a maior parte do disquete é reciclável, e que é possível separar as partes e destinar pela coleta seletiva. Por isso fiz um esquema simples:
Aí está o nosso saudoso amigo

Retirando a parte superior de metal, é possível abri-lo:


Daí se nota que a maior parte é reciclável:

O disquete é feito principalmente de plástico e metais, que são recicláveis.





O que sobra como rejeito é uma pequena parte magnética e tecido:


Procure descartar da melhor forma o lixo tecnológico. Geralmente eles são feitos de material que não se degradam facilmente no meio, além de conter metais pesados que contaminam a água e o solo. E no caso do disquete, recicle as partes de plástico e metal. Você viu como é fácil né? Para saber mais sobre essas e outras informações de lixo tecnológico, confira aqui

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Casa Sustentável


Dentro de toda essa discussão em torno de desenvolvimento sustentável, fica a pergunta: Será que cada um de nós pode fazer a diferença?
A resposta é sim! E de diversas maneiras diferentes. Uma delas é através da "arquitetura sustentável", que prioriza as construções com novos materiais, aproveitando o máximo da energia e luminosidade solar, resultando em maior eficiência energética, maior conforto, e como resultado, menos agressão ao meio e mais economia.
Elementos da arquitetura sustentável estão cada vez mais presentes nas residências. Dentro deste conceito, existe também o eco-design, como por exemplo, a confecção de móveis com reutilização de madeiras e fibras. O resultado, além do conforto térmico e reuso de materiais naturais, é um design moderno e aconchegante.
No entanto, ainda surgem as questões: Por que a energia solar ainda não é realidade na maioria das casas? Por que as construções raramente permitem o reuso da água ou o aproveitamento da chuva?
Pretendo investigar e escrever mais sobre isso em breve, mas em suma, a falta de informação e incentivos são os grandes culpados.
Mas é possível sim, ter uma casa mais ecológica, econômica e moderna. O primeiro passo é buscar maiores informações e estar disponível a mudar. Com certeza vale a pena!

Para maiores informações recomendamos acessar :
  • construções sustentáveis
  • segunda-feira, 20 de julho de 2009

    Muita falação e pouca ação - Protesto "Ambiental"

    Caminhando pelos centros comerciais, é muito fácil encontrar folhetos, cartazes, divulgações de eventos que se propõem a discutir sobre questões ambientais. São vários os sites, as entidades. Atualmente somos bombardeados por notícias de cunho ambiental. Vários assuntos e palavras foram criadas juntando apenas o sufixo "ambiental" e, a partir daí, já se pressupõe que determinados grupos ou organizações estão em dia com sua responsabilidade ambiental.
    Mas o que se percebe é a apropriação do tema "meio ambinte" como mais uma fonte de negócios, sem que isso resulte em alguma mudança efetiva em prol da causa ambiental propriamente dita. Palestras são realizadas frequentemente, cobra-se um alto valor para paticipar, e em meio a tanta discussão, algumas empresas e entidades procuram apenas se promover. O meio ambiente proveu mais um sufixo para um novo mercado: o do 'Marketing Ambiental', onde imagem é tudo. Fazer uma palestra uma vez por mês sobre educação ambiental, plantar uma árvore aqui e ali, já é motivo para mostrar sua contribuição para a 'sustentabilidade'. Mas será que estas organizações de fato estão tomando atitudes para reverter o histórico de degradações ao meio, desde a produção até o pós-consumo?
    É muita falação, muita promoção, e pouca ação.

    quinta-feira, 25 de junho de 2009

    Uma viagem para Angra dos Reis

    Angra dos Reis é uma cidade que ficava no meu imaginário... Apareciam barcos, belas praias, enfim, um paraíso. Na virada do ano, aproveitei o feriado e comecei 2009 indo conhecer esse lugar que há muito passeava na minha mente.

    No caminho existe muita natureza. Essa região do litoral sul carioca não é chamada de ‘Costa Verde’ à toa.


    De repente, me deparo com uma construção totalmente destoante da paisagem: era a Usina nuclear de Angra, perto das praias mais bonitas, da mata atlântica ainda preservada... Ainda me pergunto o porquê de uma Usina nuclear ali, ou melhor, por que usina nuclear? Mas esse é assunto para um outro post, talvez.


    Seguindo viagem, ao descer na rodoviária de Angra, confesso que a cidade que vi era um pouco diferente do que eu imaginava. A região é tomada por um grande porto, muitas embarcações, desde embarcações de carga até os barcos menores, que levam turistas para Ilha Grande. Dá para perceber que a cidade cresceu muito em direção ao porto, comprimida entre as encostas e a praia. Então fui procurar os pontos turísticos, que ficavam na direção de volta, indo no sentido da usina, por incrível que pareça!

    Descemos numa das praias, mas não ficamos muito ali, decidimos caminhar um pouco, para ver se descobriríamos outros lugares. Realmente foi uma boa idéia, vejam que paisagens belíssimas!


    Infelizmente não é possível chegar a todas elas. A maior parte das praias está cercada e loteada, impedindo o acesso. Mesmo a legislação brasileira dizendo que é garantido o acesso às praias (Lei 7661/88* Art. 10. As praias são bens públicos de uso comum do povo, sendo assegurado, sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar, em qualquer direção e sentido),não é isso o que ocorre em Angra. Muitas vezes, tivemos que ver a praia assim, através de alambrados:


    Para os moradores de fato, aqueles que não têm luxuosas casas de veraneio, mas que residem ali o ano inteiro, o acesso ao mar é prejudicado, e mesmo trafegar pelas ruas é difícil, não há calçadas em longos trechos da via que leva ao centro da cidade.


    Por isso que foi boa a caminhada, deu para ver coisas de Angra que jamais poderia ver se tivesse ido por um pacote turístico fechado. O lado B de Angra me foi apresentado, isso não reduz as belezas do local, mas faz pensar uma série de outras coisas, desmistificar e cair na real. Isso reflete os contrastes sociais e a negligência com que as políticas ambientais são tratadas no Brasil.


    * A Lei 7661/88 é uma Lei federal que institui o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro, versando sobre o parcelamento e uso do solo na região costeira do país.